Pise4 e Fujitsu iniciam parceria

Pise4 e Fujitsu iniciam parceria

Fujitsu e Pise4 iniciam parceria para apoiar a transformação digital de pequenas e médias empresas

A Pise4 Tecnologia tem o prazer de anunciar a parceria com a Fujitsu, que atua no Brasil há mais de 40 anos. Juntas apoiaremos a transformação digital na infraestrutura de TI de clientes no mercado SMB (pequenas e médias empresas) com projetos de soluções de Hiperconvergência, Missão Crítica, Backup e foco na Gestão dos Dados On-premises e Cloud. 
São Paulo, maio 19, 2020 – A Fujitsu é uma empresa japonesa líder em tecnologia da informação e da comunicação (TIC) atuando no Brasil há mais de 40 anos. A Pise4 é uma consultoria de TI especializada no fornecimento de soluções e serviços para Data Center e Cloud Computing, com mais de 15 anos de experiência na gestão do ciclo dos dados.
Para saber mais: Fujitsu Brasil
Pise4 e Commvault Experience

Pise4 e Commvault Experience

Na última semana fizemos um evento para clientes com o distribuidor Westcon Brasil Ltda. e o vendor Commvault no Kart da Granja Viana na Grande São Paulo!  

Iniciamos o evento com o time comercial da Pise4 e Commvault: Carlos A. M. Rojas e Guilherme Alvares. Em seguida, Jonathan Bezerra, SE da Westcon e Kleber Silva, MSc, Gerente de Pré-vendas e Produtos da Pise4, apresentaram nosso portfólio de produtos que trabalhamos com a Westcon, suas integrações e também o nosso serviço exclusivo de consultoria em LGPD (Lei Geral de Proteção de Dados).

Para finalizar, Marcio D Alessandro, SE da Commvault, apresentou sua suite de produtos, que vale a pena reforçar que não se restringe apenas a Backup de servidores: é muito mais abrangente, com Archiving, Conversão de Hypervisors, Proteção de Endpoints, Backup de Office365 e principalmente uma solução aderente a LGPD / GDPR: o Activate: para indexação, workflow, gerenciamento de entidades para proteção de vazamento de dados sensíveis.

Após a apresentação, foi a hora da corrida e do happy hour 😉 Vejam as fotos!   #Commvault #Pise4 #Westcon #LGPD #GDPR

 

Semana de TI 2017 – Faculdade Estácio

Semana de TI 2017 – Faculdade Estácio

Na última semana, um dos sócios da Pise4, Kleber Silva, encabeçou a organização da Semana de TI 2017 na faculdade Estácio na unidade FNC na Grande São Paulo. Ele trabalha como professor nos cursos de graduação e pós-graduação nessa Instituição de Ensino há mais de 5 anos.

A atuação do Kleber no meio acadêmico expande a atuação da Pise4 nas empresas que os alunos trabalham por meio de sua rede de relacionamento e reconhecimento pelo esforço no processo de ensino e importância da educação na formação do profissional.

O ciclo de palestras durou dois dias e contou com a participação de colaboradores de dois parceiros da Pise4, João Aragão da Netapp Alexandre Bonassa da HPE, que nobremente aceitaram o convite para esse trabalho voluntário. Outra palestra interessante foi do Prof. Luiz Rodrigo da Estácio sobre um tema muito recente: Ransomware, o qual a Pise4 está com uma parceria nova no Brasil para proteção de Endpoints, o SentinelOne, que garante maior proteção contra esse malware que vem tirando o sono dos gerentes e administradores de infraestrutura de TI.

Qual a diferença entre virtualização e Cloud Computing?

Qual a diferença entre virtualização e Cloud Computing?

Os conceitos são distintos, mas se complementam e são grandes aliados para colocar sua empresa na era digital

Os termos virtualização e Cloud Computing (Computação em Nuvem) passaram a fazer parte da agenda dos departamentos de Tecnologia da Informação para reduzir custos, atender as necessidades dos negócios e aumentar a eficiência operacional dessa área. São conceitos com propostas diferentes e que ainda geram muitas dúvidas. A proposta deste post é explicar como cada um desses modelos funciona para que você possa tomar decisões corretas para sua empresa.

A virtualização é um conceito antigo e distinto de Nuvem. A diferença básica entre ambos é que a virtualização é mais uma técnica de otimização e compartilhamento dos recursos de TI, aplicada tanto em Data Centers internos de empresas quanto pelos terceirizados. Já a Cloud Computing se propõe a entregar de soluções de TI pelo modelo de serviços por redes compartilhadas ou privadas.

Embora sejam diferentes, Nuvem e virtualização sem complementam. Os provedores de Cloud Computing se apoiam nessa técnica para maximizar sua infraestrutura de serviços e melhorar o gerenciamento de seus Data Centers, reduzindo custos como os de manutenção e de energia elétrica. Os provedores de Nuvem também ofertam soluções virtualizadas para seus clientes.

Vantagens da Nuvem e virtualização

A Nuvem permite às empresas contratar soluções de TI pelo modelo de serviços com acesso pela Internet sem a necessidade da compra de servidores ou aplicativos. A empresa pode até operar um Data Center inteiro pelo Cloud Computing, diminuindo gastos com infraestrutura.

São vários os serviços que podem ser contratados pela Nuvem, utilizando redes privadas, híbridas ou públicas. Nessa última modalidade, a infraestrutura de TI é compartilhada com outros usuários. A escolha de cada dessas Clouds vai depender da sua necessidade e estratégias de negócios.

O Cloud Computing entrega ofertas de IaaS (Infraestrutura como Serviços) SaaS (Software como Serviços), PaaS (Plataforma como Serviços), DaaS (Dados como Serviço) e CaaS (Comunicações como Serviço), entre outras.

Já a virtualização, é uma técnica utilizada para separar os componentes físicos de TI e processá-los em máquinas virtuais de forma compartilhada. O conceito pode ser adotado para computadores, sistemas operacionais, dispositivos de armazenamento, aplicativos ou redes. Essa prática é mais comum em ambientes de servidores para permitir que um mesmo equipamento rode diferentes aplicações de software.

Até pouco tempo, os departamentos de TI eram obrigados a ter servidores dedicados para rodar determinado sistema operacional e um aplicativo de cada vez. Assim, a máquina que era reservada para o pacote de Gestão Empresarial Integrada (ERP) tinha seu alto pico de processamento no final do mês e ficava ocioso nos demais dias. Mas esse servidor era estratégico para os negócios, tinha que estar pronto para as datas críticas. O mesmo acontecia com outros computadores destinados ao processamento da folha de pagamento e soluções de relacionamentos com o cliente (CRM), entre outros aplicativos empresariais.

Como resultado disso, os Data Centers, inclusive os de pequeno porte, precisam investir constantemente em servidores para não colocar os negócios em risco. Estudos das consultorias de pesquisas Gartner e IDC estimam que o uso da capacidade dessas máquinas por volta de 2010 girava entre 15% e 20%. A grande ociosidade dos recursos de TI gera ineficiência.

A virtualização veio para ajudar as empresas a dimensionar o uso dos ativos de TI de acordo com as demandas dos negócios. A técnica utiliza uma camada de software para simular a existência de servidores em ambientes centralizados, criando máquinas virtuais, que podem ser compartilhadas e processar em um mesmo computador diferentes sistemas e aplicativos.

O modelo de virtualização traz uma série de benefícios como redução dos investimentos em novos equipamentos, corte de custos com manutenção e espaço para hospedagem de infraestrutura. Com essa prática, os Data Centers foram consolidados e ganharam escala para atender seus clientes.

Com a ajuda da Nuvem, a virtualização permite entregar às empresas recursos de TI para acesso em qualquer lugar pelos mais variados dispositivos. Com disseminação dos smartphones e tablets, os escritórios estão cada vez mais móveis. Os funcionários não precisam mais estar nas sedes físicas para realizar suas atividades. Apoiados pelos dois conceitos, eles podem trabalhar onde quer que estejam com produtividade, acessando todas as aplicações que precisam.

Juntas, a virtualização e a Nuvem são grandes aliadas para impulsionar os negócios e colocar sua empresa na era digital.

A Pise4 se apoia no conceito de virtualização para entregar uma gama variada de soluções em Nuvem para suportar as operações de sua empresa como Data Center Virtual, servidor virtual e outros recursos de TI como serviço nas modalidades de IaaS, SaaS e PaaS. São ofertas pensadas para atender  necessidades de grandes, médias e pequenas companhias de diferentes segmentos da economia.

Qual a principal razão para migrar para a nuvem?

Qual a principal razão para migrar para a nuvem?

Hoje, nossa intenção é ajudar você a responder esta pergunta da forma mais simples possível. Vamos começar dizendo o básico: o porquê de ser fundamental. Hoje em dia, as empresas que não migram para a nuvem tendem a permanecer num modelo de negócios mais limitado, menos ágil e menos integrado com as ferramentas modernas de gestão, organização e manutenção de dados, o que pode lhe fazer aos poucos ir perdendo espaço e capacidade produtiva. Em outras palavras, a principal razão de optar pela mudança é justamente a de manter vantagem competitiva da empresa. Eis a seguir os principais motivos e benefícios disto:

A nuvem é essencial por ser mais segura

Esse é um ponto chave: a segurança. Toda empresa se preocupa com isso e a cloud é o ambiente mais seguro para armazenar seus dados. Ainda que você pense ter modernizado toda a sua empresa por ter arquivos digitalizados e não mais naquelas pilhas imensas de papéis e pastas como antigamente, um roubo, pane ou quebra de máquinas pode comprometer a segurança de todos eles. Ainda que haja backups físicos, eles estão sujeitos aos mesmos problemas, em maior ou menor grau, dependendo da política de guarda de sua empresa.

Mas com a computação em nuvem é diferente: seus arquivos estarão sempre salvos e atualizados (evitando impasses com possíveis versões diferentes de um mesmo arquivo, salvas por usuários distintos), independente de hardwares ou máquinas específicas. Se algum computador quebrar no meio de uma operação importante ou ainda se todo o espaço físico de TI sofrer um problema, você não precisa paralisar as atividades de sua empresa, uma vez que pode acessar os dados normalmente por qualquer outro dispositivo com acesso à web e nem se preocupar com o sigilo e vazamento de informações, já que é possível definir, bloquear e monitorar acessos.

Maior controle e agilidade na tomada de decisões

A computação na nuvem é um fenômeno que, de certo modo, tem acompanhado a evolução da gestão. O controle da administração, em geral, e ,principalmente, a governança de TI se tornam muito mais fáceis quando se pode ter um sistema integrado, que unifique e organize todos os dados de maneira melhor e que permita acompanhar sempre de perto tudo o que acontece com as informações estratégicas da empresa, acessando-as sempre de onde precisar, no momento em que precisar e tendo facilidade em encontrá-las.

Quando a empresa cresce, o suporte para os negócios dela tem que crescer também. Lidar com um número maior de dados e organizá-los pode ser muito difícil, demorado e até falho de outro modo. Um gestor consegue ter muito mais poder de decisão, intervenção e utilização das informações estratégicas com foco no business quando não precisa se preocupar tanto com problemas de segurança, instabilidade e indisponibilidade de dados, inclusive podendo acessar a partir de qualquer local o dado que precisa para agir nos momentos certos.

Migrar é sinônimo de integração e produtividade

Com a migração para a cloud, ao promover integração (entre dados e equipes), as informações manipuladas por todo o time não correm mais o risco de ficarem desencontradas ou desatualizadas e também nenhuma tarefa corre o risco de ficar atrasada ou estacionada por falta de arquivos e dados que dependam, por exemplo, de serem passados por outra pessoa.

Com tudo em um só local e podendo ser acesso em qualquer lugar, aumentando a produtividade, diminuindo o tempo gasto nas operações e melhorando o rendimento do negócio como um todo. Sua equipe poderá manter sempre maior foco nos projetos tendo à mão tudo o que precisa com muito mais facilidade e sem perder tempo procurando arquivos ou encaminhando-os pessoalmente a outro colega de trabalho.

Da mesma forma, podendo fazer acesso móvel à nuvem de qualquer local do mundo. Os membros envolvidos conseguem ganhar muito mais tempo e inclusive responder melhor às demandas de alguns clientes (no caso de uma reunião, por exemplo) que não precisarão esperar que a empresa pense a respeito ou consulte dados para apresentar alguma solução, tendo-os sempre de prontidão.

Agora que sua empresa já descobriu o quão fundamental migrar para a nuvem pode ser para o sucesso e otimização dos negócios, não está na hora de consultar a melhor solução para você?

Acesse Pise4 Contato e agende uma demonstração! O demais você pode descobrir na prática!

 

Renato Sicchiroli – Diretor Pise4

O que é virtualização e como ela pode ajudar na sua empresa?

O que é virtualização e como ela pode ajudar na sua empresa?

O que é virtualização e como ela pode ajudar na sua empresa?

A VIRTUALIZAÇÃO EM SI

Para entender perfeitamente o conceito da tecnologia, deve-se traçar um paralelo entre o que é real e o que é virtual. Seguindo essa linha de raciocínio, algo real teria características físicas, concretas; já o virtual está associado àquilo que é simulado, abstrato. Dessa forma a virtualização pode ser definida como a criação de um ambiente virtual que simula um ambiente real, propiciando a utilização de diversos sistemas e aplicativos sem a necessidade de acesso físico à máquina na qual estão hospedados.

Isso acaba reduzindo a relação de dependência que os recursos de computação exercem entre si, pois possibilita, por exemplo, a dissociação entre um aplicativo e o sistema operacional que ele utiliza (já imaginou acessar o Microsoft Word através do Linux?).

E qual é a vantagem?

Prioritariamente, econômica. Com a iminente crise ambiental global (principal fomentadora da TI verde) e a crescente necessidade de diminuir o desperdício de recursos (incluída aí a energia elétrica), não há nada mais natural que o surgimento de alternativas para otimizar o uso de tais recursos.

Agora pense em um computador no qual opere um servidor de e-mails: mesmo que o disco rígido seja plenamente utilizado, não se pode dizer o mesmo sobre sua capacidade de processamento: enquanto ela pode chegar ao ápice em horários de pico (como às 15h), também pode se aproximar da ociosidade durante a madrugada. E se essa “sobra” fosse usada para gerar relatórios, aproveitando melhor o tempo e processamento livres? Na teoria, surtiria a tão desejada economia de recursos; na prática, isso é obtido através da virtualização.

OS TIPOS DE VIRTUALIZAÇÃO

Virtualização de Hardware

Como mencionado no começo da matéria, a virtualização de hardware consiste em rodar vários sistemas operacionais na mesma máquina. Isso é possível com o uso de programas específicos, que geram máquinas virtuais (Virtual Machines, ou VMs): estas emulam os componentes físicos de um PC, possibilitando que um sistema operacional diferente seja instalado em cada uma delas.

Há duas grandes vantagens na adoção dessa tecnologia: uma voltada a usuários, outra a servidores. No caso dos primeiros, o trunfo consiste em eliminar a incompatibilidade entre aplicativos e sistemas operacionais; pense em um usuário cujo PC tenha o Windows Vista instalado, mas que deseje rodar um aplicativo que só é compatível com o Windows XP. Isso é possível com a criação, nesse PC, de uma VM que rode o WinXP: depois disso, basta instalar o aplicativo nessa VM e executá-lo normalmente (como se fosse um computador dentro de outro).

Quando aos servidores, sua virtualização permite que, ao invés de se ter diversos subservidores (que utilizam apenas uma porcentagem dos recursos das máquinas em que estão hospedados), os processos sejam distribuídos de forma equânime entre um número menor de computadores (que, com isso, chegam mais próximos do aproveitamento total de sua capacidade). Isso reduz a quantidade de mão-de-obra técnica, o espaço para alocar as máquinas e o gasto com eletricidade necessários; tudo isso incorre em economia.

 

Virtualização da Apresentação

A maioria dos programas disponíveis no mercado funciona no mesmo local em que se encontra a instalação. Isso pode parecer óbvio para usuários tradicionais, mas tal barreira foi quebrada com o uso da Virtualização da Apresentação: trata-se do acesso a um ambiente computacional sem a necessidade de estar em contato físico com ele. Isso propicia, entre outras coisas, a utilização de um sistema operacional completo (bem como de seus aplicativos) de qualquer local do planeta, como se estivessem instalados no seu PC. O conceito é bem parecido com o de acesso remoto, com a diferença de que vários usuários podem se beneficiar do mesmo sistema simultaneamente (sem interferir uns aos outros).

Virtualização de Aplicativos

Cada aplicativo depende do sistema operacional para uma variedade de serviços, como alocação de memória ou gerenciamento de drivers. Resolver incompatibilidades entre determinado programa e o sistema operacional instalado na máquina é fácil, podendo ser feito uso de qualquer um dos dois tipos de virtualização já citados (hardware e apresentação). Mas e quando o conflito é entre dois aplicativos distintos? Pode ser que cada um deles requeira, por exemplo, uma versão diferente de uma mesma DLL.

Isso é resolvido através da virtualização de aplicativos. A técnica consiste em ter uma única cópia de determinado aplicativo, instalada em um servidor virtual; usuários que desejarem ter acesso a tal aplicativo podem fazê-lo diretamente, sem a necessidade de que ele também esteja instalado na máquina física. A partir daí o programa pode ser executado normalmente, já que as características específicas de cada aplicativo (seus drivers, entradas no registro, DLLs e afins) são compiladas e baixadas diretamente para o PC do usuário, através da geração de um aplicativo virtual que fica à parte.

A VIRTUALIZAÇÃO NO FUTURO

A virtualização está chegando com o vento em popa – suas vantagens econômicas são atrativas demais para serem resistidas. A adoção de tecnologias como a computação em nuvens só colabora para seu inevitável progresso.

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